As mães também falham; parentalidade consciente; vida real
Socorro! Gritei com o meu filho!
As mães não são sempre perfeitas nem têm sempre as atitudes corretas. Há dias difíceis em que o cansaço co-ajuda-se com a impaciência e resultam em atitudes menos positivas na educação dos nossos filhos. Não é o fim do mundo, é motivo para parar e pensar sobre isso e (possivelmente) avaliar como se tem sentido e de que forma está a lidar com a sua rotina. Saber estabelecer prioridades, pedir ajuda e não ter medo de o fazer, é um caminho a seguir.
As mães, por outro lado, exigem demasiado de si mesma e embora com consciência de que não são “um polvo”, tentam, por tudo, ter braços para dar conta de tudo o que se sucede à sua volta. O meu conselho (e acreditem que também nem sempre sou exemplo - mas tento) é saber PRIORIZAR. Saber dizer NÃO POSSO, NÃO CONSIGO e PRECISO DE AJUDA. As mães precisam de aprender a dizer isso! Contrariamente, exigimos de nós mesmas uma força super-humana do dizer SIM a tudo e COM CERTEZA QUE CONSIGO e acabamos, muitas das vezes, por ter momentos de profunda exaustão e desespero. E agora que chegamos ao Dia do Pai, importa refletir sobre esta ajuda que é tão essencial à criança como à mãe.
As mães (as boas mães) também falham.

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